Viviam Caroline e Débora Regina, diretora e presidente da Didá, respectivamente, comentam que a Didá é parte delas, cheguaram ainda adolescentes para aprender a tocar. Sentem-se produto do projeto e que o projeto é também um produto delas. "A Didá é a essência de Neguinho do Samba e ele se faz presente nos ritmos, nos sonhos, nas lembranças e também nas expectativas futuras", fala Débora.

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